Enquanto a Jéssica cuidava do
Fashion Jacket em agosto, eu aproveitei e fui conhecer Praga, na República Tcheca, na metade do mês com meu namorado. O post sobre a cidade eu faço depois, hoje eu vim contar o motivo que nos levou até o Leste Europeu:
o show do Blink 182.
Acredito que a maioria já me ouviu falar que não escuto música e eu realmente não escuto. Mas como toda adolescente do início dos anos 2000 eu ouvia - e muito - Blink 182. Meu namorado é fã deles desde sempre também e nunca tinha tido a oportunidade de assistir a um show da banda. Quando vimos que eles estavam em turnê pela Europa, o Rafael decidiu que iria em algum desses shows, acabamos decidindo por Praga e eu resolvi acompanhar pensando na adolescente de muitos anos atrás.
Não tenho muita experiência com shows no Brasil, mas posso dizer que foi completamente diferente do que eu esperava. Como todo bom brasileiro, na sexta-feira, dia do show, fomos para a arena as 10h esperando uma fila gigantesca. Ao contrário do Brasil que, 8h antes do show provavelmente já estaria com lotação completa, tinham apenas uma dúzia de pessoas (literalmente!) esperando. Achamos melhor ficar por lá mesmo, mas teria dado na mesma se tivéssemos chegado às 16h.
De qualquer jeito, garantimos o primeiro lugar (mesmo!) na fila e fomos os primeiros a entrar no estádio. O Rafael foi direto para grade onde assistiu o show inteiro em frente ao palco e eu, como já sou mais velha e mal humorada, preferi uma cadeira na lateral do palco que dava para eu ver perfeitamente bem sem ser esmagada.
Fiquei chocada como o Travis, o Mark e o Tom estão velhos. Para quem lembra deles da época de 'What's my age again' correndo pelados, é realmente chocante perceber como a idade chega para todo mundo. O show durou 1h30 mais ou menos e foi muito bacana ouvir e relembrar sucessos que eu tanto gostei misturado com músicas do último CD da banda.
Nos bastidores, na lateral do palco, era possível ver a mulher do Tom e do Mark que fizeram a turnê inteira com os maridos. O Travis Barker também levou seus filhos e, por incrível que pareça, enquanto ele tocava, as crianças não paravam de entrar no palco e conversar com ele e ele também ficava dando ordens para alguém que provavelmente devia estar responsável pelas crianças.
Não sei se eu iria de novo, pois realmente estou meio velha pra isso tudo e minha coluna não aguenta mais esse tipo de coisa. Mas realmente foi muito legal e valeu a pena.